Canela-de-velho
Nome científico: Miconia albicans (Sw.) Triana
Nome em inglês: Canela-de-velho Herb
Nome em espanhol: Canela de Viejo
Outros nomes populares: Quina-quina, Folha-santa, Canela-branca
Benefícios:
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Potente ação anti-inflamatória, principalmente em articulações.
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Auxilia no tratamento de artrite, artrose e reumatismo.
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Propriedades analgésicas, ajudando a reduzir dores crônicas.
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Estimula a circulação sanguínea.
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Atua como antioxidante, combatendo radicais livres.
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Pode contribuir para a saúde das articulações e dos ossos.
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Tradicionalmente usada em banhos e compressas para dores musculares.
Sugestão de uso:
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Uso interno (chá): decocção de 1 colher de sopa de folhas secas em 500 ml de água, ferver por 5 a 10 minutos. Tomar até 2 xícaras ao dia, por períodos curtos.
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Uso externo: compressas ou banhos com a decocção das folhas aplicadas sobre articulações doloridas.
Contraindicações:
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Não deve ser usada por gestantes, lactantes e crianças.
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Pessoas com doenças hepáticas graves devem evitar.
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O uso prolongado sem orientação não é recomendado.
Efeitos colaterais possíveis:
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Consumo excessivo pode causar irritação gástrica e diarreia.
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Pode gerar sobrecarga no fígado em uso contínuo.
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Reações alérgicas são raras, mas podem ocorrer.
Curiosidades:
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A planta é nativa do Brasil, especialmente do Nordeste, onde é muito valorizada na medicina popular.
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O nome “canela-de-velho” está ligado ao seu uso tradicional para dores articulares em pessoas idosas.
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Tornou-se um dos fitoterápicos mais populares para artrite e artrose nos últimos anos.
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País e região que mais produz: Brasil (Bahia, Sergipe e outras regiões do Nordeste).
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País e região que mais consome: Brasil, especialmente Norte e Nordeste.

Fontes:
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Plantas Medicinais no Brasil – Lorenzi & Matos.
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EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.
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PubChem – U.S. National Library of Medicine.
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Journal of Ethnopharmacology.
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Encyclopedia of Medicinal Plants (Academic Press).